INTEGRAIS IMPRÓPRIAS: DEFINIÇÃO, CÁLCULO E APLICAÇÕES
DOI:
https://doi.org/10.65754/3thdd510Keywords:
Integrais impróprias; cálculo integral; convergência; visualização gráfica; aplicações.Abstract
As integrais impróprias constituem uma extensão do conceito de integral definida, permitindo tratar situações em que os limites de integração são infinitos ou em que a função integranda apresenta descontinuidades não integráveis no intervalo considerado. Este artigo tem como objectivo analisar, numa perspectiva de revisão bibliográfica, os fundamentos teóricos das integrais impróprias, os principais métodos de cálculo e as suas aplicações em diferentes áreas do conhecimento, como a física, a engenharia e a teoria das probabilidades. A metodologia adoptada baseia-se na análise crítica de literatura clássica e contemporânea em cálculo matemático. Os resultados evidenciam que as integrais impróprias desempenham um papel fundamental na modelação de fenómenos reais, sendo indispensáveis na formação matemática no ensino superior. O artigo reúne num percurso didáctico os fundamentos, exemplos de cálculo e contextos de aplicação, assinalando também erros conceptuais que podem orientar investigações futuras.
Palavras-chave: Integrais impróprias; cálculo integral; convergência; visualização gráfica; aplicações.
Downloads
References
Amado, A. T. F. (2014). Integrais impróprias, funções de Euler e ressonâncias duais. Researchgate.
Anton, H.; Bivens, I., & Davis, S. (2014). Cálculo. 10ª edição. Porto Alegre: Bookman Editora.
Apostol, T. M. (1967). Calculus. Vol. 1. Wiley.
Ausubel, D. P. (2003). Aquisição e retenção de conhecimentos: Uma perspectiva cognitiva. Lisboa: Plátono.
Ausubel, D.P. (1968). Educational Psychology: A Cognitive view. New York: Holt, Rinehart and Winston.
Borba, M. C., & Penteado, M. G. (2001). Informática e Educação Matemática. Autentica.
Chiang, A. C., & Wainwright, K. (2005). Fundamental Methods of Mathematical Economics. McGraw-Hill.
Devore, J. L. (2006). Probabilidade e estatística: para engenharia e ciências. [S.l.]: Cengage Learning, São Paulo.
Duval, R. (1999). Representation, vision and visualization: Cognitive Functions in mathematical thinking. In F. Hitt & M. Santos (Eds.), Processings of the 21st PME Conference (Vol. 1, pp. 3-26). Mexico: PME.
Eves, H. (2011). Introdução à história da matemática. Campinas, São Paulo: Editora da Unicamp.
Gomes, J. O. (2022). Integrais Impróprias: Conceitos e Aplicações. CaJazeiras /PB: IFPB.
Guidorizzi, H. L. (2001). Um curso de Cálculo. Vol. 1. LTC.
Hibbeler, R. C. (2018). Engineering Mechanics. Pearson.
Junior, O. B. (2010). Integral imprópria e funções Eulerianas. Universidade Tecnológica Federal do Paraná.
Kreyszig, E. (2011). Advenced Engineering Mathematics. Wiley.
Luckeci, C. C. (2011). Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez.
Meyer, P. L. (2017). Probabilidade: aplicações à estatística. [S.l.]: Livros Técnicos e Científicos Rio de Janeiro.
Moreina, M. A. (2011). Aprendizagem significativa: A teoria e textos complementares. São Paulo: Livraria da Física.
Oppenheim, A. V., & Willsky, A. S. (1997). Sinais e Sistema. Prentice Hall.
Orton, A. (1983). Students´ understending of integration. Educational Studies in Mathematics, 14(1), 1-18.
Pinto, M. (2010). Dificuldades de aprendizagem no cálculo integral: um estudo exploratório. Lisboa: Universidade de Lisboa.
Ponte, J. P. (2005). Investigar, ensinar e aprender Matemática. APM
Ponte, J. P., Brocardo, J. & Oliveira, H. (2003). Investigações matemáticas na sala de aula. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional.
Ross, S. A. (2007). Introdução à Análise de Investimentos. McGraw-Hill.
Stewart, J. (2016). Cálculo. Cengage Learning.
Stewart, J. (2013). Cálculo, volume 2. 7ª edição. São Paulo: Cengage Learning.
Thomas, G. B., Weir, M. D., & Hass, J. (2018). Cálculo. Pearson.
Zabalza, M. A. (2004). Competencias docentes del professorado universitário. Madrid: Narcea.